Escrevendo

Verdade [in]conveniente

Preferimos gostar de gente que fala o que queremos ouvir que de gente que fala o que precisamos ouvir.

E é certo isso?

Palavras doces também apunhalam, machucam, causam estragos, não nos fazem esquecer.

O mundo não é preto no branco, 8 ou 80. Ele tem nuances. Cores. Degradés.

E um chacoalhão é sempre bem-vindo! Por que não? Tapar o sol com a peneira é uma maneira de nos manter presos a tristeza, ao passado. Não nos incentiva a mudar, a procurar o novo pra nós, mesmo que esse novo não seja lá tão brand new.

Carência todo mundo sente. É ótimo termos amigos que nos confortem em momentos ruins, que dividam a barra de chocolate naquela fossa, que vá ao cinema ver um filme água com áçucar quando gostaríamos mesmo é de ficar em casa de pijama e com o cabelo num mafuá monstro.

Mas nada melhor que receber um “acorda pra cuspir”, ou “isso é uma cilada, Bino”!! Isso anima, desafia. Claro, é chato pra caramba dependendo de como e quando é dito, mas é melhor. Muuuito melhor!

Você prefere uma verdade que conforta ou uma verdade inconveniente?

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