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Peladões e Peladonas

Não sei se vocês perceberam, mas ultimamente alguns artistas – super conhecidos ou os famosos quem – estão lidando com alguns “problemas”: os tais vazamentos de vídeos ou fotos em que aparecem como vieram ao mundo.

Inclusive, o maior bafafá no nosso Brasil Varonil teve como estrela Carolina Dieckmann. A atriz teve fotos íntimas (muitas delas com peitinho de fora – sim, eu fucei a web e vi algumas) divulgadas na internet por um cara X, que chegou a chantageá-la e tal. Depois de todo o rebuliço, até uma lei contra crimes virtuais foi aprovada.

Outros casos parecidos vieram a público: os gostosões que foram filmados mostrando os “instrumentos” num chat picante, Scarlett Johansson tirando fotos nua na frente do espelho pra enviar por MMS pro Ryan Reynolds (então marido dela)… E, claro, as sextapes de Paris Hilton e Kim Kardashian que, ao invés de gerarem constrangimento, as alçaram ao topo do sucesso megaestelar.

Recentemente, o global Murilo Rosa fez uma denúncia sobre uma chantagem que estaria recebendo de um certo alguém que teria fotos suas peladinho. As imagens teriam sido retiradas de um vídeo íntimo que o “galão” fez com a esposa, Fernanda Tavares (a apresentadora do “Desafio da Beleza”, do GNT).

Hoje já está circulando que o ex-anel da castidade e um dos Jonas Brothers, Joe, também teria uma sextape pronta por aí.

Gente… De verdade que vocês precisam disso? Se precisam, pra dar aquele upgrade no relacionamento e tal, CADÊ A SEGURANÇA DESSES TRECOS???? Com tantos casos pipocando na mídia, sejam verdadeiros ou pura fofoca, onde está o bom senso?

E isso não acontece só com famosos, não. Alguém aí se lembra do caso da estudante canadense de 15 anos que se suicidou depois de sofrer bullying? Toda a perturbação que levou Amanda Todd a por fim a própria vida começou com a divulgação de fotos em que ela mostrava partes do corpo a um estranho – e pedófilo, ainda por cima – na internet.

O que estou querendo dizer? Que as pessoas devem tomar mais cuidado, principalmente com o que compartilham ou guardam nos seus aparelhos, smartphones, computadores. Querem fazer um vídeo? Façam, desde que o conteúdo fique seguro e restrito. Cada um é dono do seu nariz e não deve cair na ingenuidade de que “ninguém vai ver”. Um dia, verá. E o conteúdo pode ser exposto pela pessoa que o fez. Vai saber?

Há uma superexposição de corpos, uma banalização da sexualidade tão grande, que não nos surpreendemos em ver cantores e cantoras gemendo com pouca roupa e dominados por homens e mulheres ao mesmo tempo em um vídeo. É tudo tão normal que dá margem a alguém forçar a barra e querer divulgar o que deve ficar entre quatro paredes. Como se isso fosse sinônimo de personalidade, de ser cool, uma espécie de cartão de visitas ao mundo das celebridades. Não é. Fora que as chances de se cair no ridículo são enormes.

Quer tirar foto peladão e não é naturista? Tira. Quer fazer sexo e mostrar pra geral? Deixa a janela aberta! Transa na rua, na praia, na praça… Mas pense nas consequências antes. Custa menos que os advogados que você terá que contratar.

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