Vamos falar de coisa boa?

Justificando meu sumiço

Reparei que fiquei um bom tempo sem postar nada aqui. O motivo é que eu não tinha sobre o quê falar. Quer dizer, até tinha, mas não encontrei maneiras de expor aqui – seja em palavras, em música ou em imagens.

Passei um tempo meio perdida em meus próprios pensamentos, achando tudo um lixo, me culpando pelo marasmo da minha vida profissional, por não estar fazendo “aquilo que nasci pra fazer” – como se soubesse o que é exatamente. Ou seja, estava reclamando de boca cheia, porque meu trabalho me possibilita, por exemplo, desabafar aqui. “Criar”.

E nesse tempo também estava me achando meio burrica, só me atendo a programas de TV, fofocas de celebridades e Facebook. Então, como válvula de escape, recomecei a ler. Porque ler é bom demais e me faz viajar numa brisa que é só minha.

Então, de lá pra cá, comecei a ler e gostar de um autor “da moda”: John Green, é o nome dele. Iniciei com “Will & Will”, que ele escreveu em parceria com o David Levithan e que eu super recomendo, porque: 1) a história te prende de uma forma que quando acaba você sente uma saudade imediata; e 2) mesmo sendo uma história “adolescente”, você se identifica de alguma forma.

Depois, entrei no drama “A Culpa é das Estrelas” e confesso: tô esperando pra chorar até agora, porque não chorei em nenhum momento do livro, que é muito fofo e me surpreendeu pelo fato de eu esperar a morte de um mas veio a de outro. E, gente, que menino é/era esse Gus???? #ahouse

Assim que acabei de ler as últimas linhas de “A Culpa é das Estrelas”, mandei bala em “Cidades de Papel”, que, confesso, não me conquistou de imediato.

Imagem[Imagem: Divulgação]

Achei o começo chaaaatoooo pra bugalhos, mas ao desenrolar da investigação do tonto do protagonista – que, sim, é um tonto -, fiquei mais interessada porque tocou na questão de como vemos ou queremos ver o outro, sempre de forma superior a nós, quando, na verdade, só começamos a entender alguém quando nos colocamos em seu lugar.

Parei um pouco com John Green e comecei a escutar o álbum novo do Edi Rock, que é SENSACIONAL!!! Mistura de baile charme, baile black, funk de primeira e N outras coisas boas. Não tem uma só música que você fala “Ó, essa é boa, vou compartilhar com a galera”, porque o disco é bom do começo ao fim! Escutem, por gentileza, e tentem adivinhar todas as várias participações especiais sem procurar no Google [só procure quando você quiser ter certeza se é a pessoa mesmo que você imaginou]:

Depois de overdoses de John Green e Edi Rock, li em um dia e meio “O Lado Bom da Vida”, de Matthew Quick. Sim, a história que originou o filme que vi com meu namorado no cinema e que rimos muito e achamos divertidíssimo.

Imagem[Imagem: Divulgação]

Já vou avisando que o livro é beeem diferente do filme –  o cara é bem mais neurótico, o amigo dele doidão só aparece quase no final da história -, mas é tão engraçado quanto. Mais que recomendado!

Será que consegui justificar minha ausência? Ou só mostrei que meio que fiquei fanática por leituras de livros pop [já coloquei na agulha “As Vantagens de Ser Invisível”]?

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