Escrevendo

Definição de família – pra quê, mesmo?

11h38 desta segunda-feira, 10 de novembro de 2014, com este resultado incrível:

enquete

Para quem não ficou sabendo ainda, no site da Câmara dos Deputados há esta enquete sobre “Conceito de núcleo familiar no Estatuto da Família”:

enquete2

Quando acessei este link pela primeira vez, não conseguia votar pois sempre aparecia uma página de manutenção. Fora que o “sim” estava ganhando.

Eu, Paula, acredito que família não é só pai e mãe, homem e mulher. É só mulher, é mulher com mulher, é só homem, é homem com homem, é velho, é jovem, é quem educa, cria, ama e se importa. Este conceito que tentam vender de “família tradicional” não me diz nada. Quantas mães e pais solteiros existem por aí? Ou, então, quantas avós e avôs, tios e tias, juntos ou sozinhos, cuidam de seus netos e bisnetos, sobrinhos e afilhados?

Este tipo de situação só reforça a onda ultraconservadora que passa pelo nosso País. Sinceramente, quem se importa com isso? A igreja? De que serve uma “família tradicional”? O que realmente importa, no final das contas: manter aparências ou formar cidadãos plenos?

Por isso, este resultado de hoje me anima e me sinaliza que ainda há uma fatia bem grande da sociedade que respeita as diferenças e, sim, acredita na família como símbolo de amor, carinho e cuidado, e, não, como alegoria heterossexual.

Para quem quiser votar, clique aqui.

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