Descobrindo

Dando uma chance

Olá, gente! Como é que 6 tão?

Vim aqui contar uma experiência que me propus a fazer esses dias: ouvir um “disco” inteiro de um artista que não sou fã, ou que só ouvi uma música, ou que tive algum pré-conceito (do tipo: ai, que uó!).

Os artistas que escolhi dar uma chance foram:

Clean Bandit – donos do hit ♪ na na na na nou nou pleice tchu rrréderrr bi ♪;

Ed Sheeran – o moço com cara de coitado, mas que deve aprontar vááááááááááááááááááárias na vida real, o qual eu chamo carinhosamente de “Ed Chêrinho”.

Álbuns[Imagem: Montagem Paula Franco]

O que achei/ senti ao ouvir:

New Eyes: como eu só conhecia a ♪ na na na na nou nou pleice tchu rrréderrr bi ♪, resolvi testar com a mente mais aberta. E GOSTEI MUITO!!! É bem aquele tipo de música que toca na rádio até você dizer chega e, quando ouvir daqui uns 10 anos, vai curtir muito e se lembrar das nights regadas a Smirnoff Ice e gloss com brilho e a roupa igual a da/do amiga/amigo. É um pop bom, divertido e que bota um violino no meio pra ficar “diferêtchy” – a união do erudito com o eletrônico. É um som gostoso de ouvir, uma boa surpresa. Porém, não é algo que prenderá minha atenção por mais tempo porque, na minha humilde opinião, esse tipo de música é muito pra um determinado momento, uma determinada vibe. Fora que toda vez que penso no nome da banda, começo a cantarolar o ♪ na na na na nou nou pleice tchu rrréderrr bi ♪.

X Deluxe Edition (AMO quando tem um Deluxe nas paradas!): na primeira música, me vieram as seguintes palavras – “Bunda Mole”. A única música que eu tinha ouvido do começo ao fim e que eu curtia dele era “Sing” – acho que porque ela é dançante e tem a varinha mágica do Pharrell. Ouvi o álbum inteiro com aquela sensação de “sofrência”, mesmo sem ter me dado ao trabalho de prestar atenção na letra ou procurar a tradução no Vagalume ou no Terra Letras. Achei muito borocoxô, muito menina de 16 anos que levou um pé na bunda do carinha pra quem ela se declarou no final da última aula no último dia antes das férias de final de ano. Essa fase é uma que, GRAÇAS AO BOM JAH!!!!, superei há aaaanoooooos! Rsrsrsrs… #Idosa Ou seja, não é um som que eu ouviria mais, a não ser “Sing” que é bem legal; mas, também, não diria que é uma merda. O menino é bom no que ele faz no seu violão e interage muito bem com seu público-alvo. Contudo, não toca o meu ❤ e me faz querer jogar um balde d´água fria na cara do moço pra ele acordar pra vida e ser feliz.

Fãs, por favor, não me levem a mal. Cada um tem a sua percepção e gostos do momento ou, até mesmo, da vida inteira. E é por isso que as diferenças são tão boas. Afinal de contas, o que seria do amarelo se todos gostassem do vermelho, não é mesmo? Pode ser que, daqui um tempo, eu ache o Ed Chêrinho sensacionalmente necessário de ser ouvido sempre; ou, sei lá, que o povo do ♪ na na na na nou nou pleice tchu rrréderrr bi ♪  suma do nada e a gente nem sinta falta e nem lembre que eles existiram e fizeram um sonzinho bacaninha. O importante é darmos chances de ouvir algo novo, de mente aberta, saindo da zona de conforto e do play nas mesmas bandas.

E obrigada ao pessoal que posta álbuns completos no YouTube. Sem vocês, eu nada seria! Rs…

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