Descobrindo

Tô ouvindo “Joanne”

Estou, aos poucos, voltando ao Twitter (@paulinhalf). E nada nelhor que ouvir o vazamento da semana – o álbum “Joanne”, da Lady Gaga – e fazer o review em 140 caracteres. Rápido, rasteiro, frenético.

Por isso, leitores e leitoras, dividirei com vocês aqui meus tweets com minhas primeiras impressões do lado pop rock country da Mother Monster.

“Joanne” tem 11 canções e foi produzido por Mark Ronson – que já trabalhou com Amy Winehouse, Lilly Allen, Duran Duran, e, mais recentemente, com Bruno Mars (é dele o sucesso chiclete “Uptown Funk“) -, Kevin Parker (Tame Impala), BloodPop, entre outros. Conta, ainda, com participação de Josh Homme tocando guitarra em “Perfect Illusion” e, com certeza, em alguma outra música, e dueto com a Florence Welch, do Florence and the Machine.

Eis os tweets:

“Dancin´in Circles” é MUITO “All That She Wants”!!! 

Sério, se vocês conhecem a música do Ace of Base, cantarão por cima! Rsrsrs…

“John Wayne” – gostei, pode ser próximo single.

“Diamond Heart” – não gostei.

“A-YO” – legalzinha.

“Joanne” – deprêshow.

“Sinner´s Prayer” – me lembra , principalmente na parte em que ela desce o tom.

Quem fez algo ABRE ASPAS parecido FECHA ASPAS com isso foi o Arctic Monkeys em “My Propeller“, no álbum “Humbug”, que foi produzido pelo Josh Homme. #Influências

“Million Reasons” – já tinha curtido.

“Perfect Illusion” – mil vezes “Cilada”, do Molejo, mas eu gosto dessa. 🙂

Impressão minha ou, em todas as músicas, ela deixa o gritinho pro final?

Reparem.

“Come to Mama” – me lembra outra música, algo meio comercial de margarina, algo meio hipster, algo meio . Média.

“Hey Girl” – não tem nem 1min de música e já curti pacas!! Impressão de que já ouvi esse comecinho em outra bela canção. ❤

“Hey Girl” – PUTA QUE PARIU!!! OBRIGADA, INTERNET!!! É SAMPLE DO ELTON JOHN, MEEEEESMOOOOO!!!!

O sample veio dessa aqui (não poderia ter colocado vídeo melhor! Rsrsrsrsrsrsrs):

“Angel Down” – muito triste, muito balada.

Acho que, depois dessa audição, prefiro a Lady Gaga dançante-exótica.

No balanço final, achei o álbum corajoso, forte e que mostra um lado da Gaga cantora, intimista, um banquinho, um violão, sem deixar de passar a mensagem que ela sempre passou: de força pra comunidade LGBT e de empoderamento feminino. Ela não esqueceu o seu público; só deu uma leveza maior ao seu trabalho.

Quando eu vi que o Mark Ronson produziria o disco, pensei “Só vai ter hit dançante que vai grudar na cabeça”. E, quando “Perfect Illusion” saiu, fiquei com um nó. Porque a canção é forte, é interessante, o refrão gruda insuportavelmente, mas é esquecível. As expectativas eram muito altas pra uma música que fica quase 3 minutos entoando “it was a perfect illuuuuuuusioooooooooooon“. Curti, mas esperava mais.

Saiu “Million Reasons”, que me fisgou num dia em que eu estava meio na bad, meio querendo uma palavra amiga, veio super bem a calhar, mas ainda faltava um algo a mais. Afinal de contas, era muito talento trabalhando junto e mostrando pouca coisa.

Ouvindo “Joanne”, deu pra perceber – pelo menos na minha visão – que ela não quer ir pra um lado super comercial, com clipes super produzidos e coloridos e dançantes e polêmicos. Ela quer conversar, ela quer que você a ouça. Chega da Gaga visual (apesar de que isso é meio impossível em se tratando dela). E, pra mim, a MELHOR canção do álbum, disparada, é o dueto com a Florence, “Hey Girl“.

E vocês, já ouviram o quinto disco da Lady Gaga? Gostaram? Esperavam mais? Se decepcionaram? Contem pra mim!

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